POR: Iram de Oliveira - Geografia.
A educação pública no Brasil está em declínio, apesar de não ser mais surpresa mantermos a esperança de um dia quem sabe melhorar. As provas do ENEM confirmam o que já se comentavam em bastidores. À falta de investimentos dos governos como também consecutivos erros de prioridade ex: investir no ensino superior em vez da educação de base. Que realmente no segundo caso, está as favas. A forma de aplicação dos conteúdos é absolutamente "arcaica", assim dificulta o aprendizado do aluno(a) entre outras, afasta os mesmos da sala de aula, é preciso reciclar, começando pelos os educadores, mudar sua postura, forma de agir, de pensar, comportamentos etc. Hoje vivemos na era da informática, estar nos lares das pessoas, lan-house da vida, já nascem com isso no dia-dia. Informática é a questão (informação) mais essa tecnologia ao nosso ver, ainda não chegou na escola. A escola tem que ser o lugar da mudança, da transformação, a escola não pode deixar que essa mudança parta dos marqueteiros oficiais. Das empresas, das novelas da Globo, enfim, do empresariado em geral. Né mesmo? Entendemos o porquê dos governantes priorizarem outras áreas para investir em vez da educação, deve ser porque a educação não renda preciosos votos, é que o sujeito letrado (esclarecido) geralmente tende a votar na oposição. É preciso mudar esse pensamento, pois nenhum país do mundo tornou-se grande potência econômica sem antes fazer sua revolução educacional.
Entenda que não estamos falando de investimentos, prioridades em prédios, escolas, quadras cobertas, isso não. É sim no material humano, no professorado. Precisamos de educadores que estejam comprometidos com o ensino, e o professor precisa acompanhar as mudanças sociais e a evolução do conhecimento, a fim de se manter constantemente atualizado. O educador não pode acreditar na sorte e sim em DESEMPENHO. É certo os professores evoluírem e achar uma nova forma (atualizada) de transmitir os conteúdos para os alunos(as), já que "piscina e quadra coberta não ensina, quem ensina é gente" (Claudia Costin). Obrigado.
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
Relação entre pais e filhos

Esse é um assunto tratado de forma corriqueira dentre a sociedade, visualizando as mudanças na interação entre pais e filhos que ocorreram ao longo dos anos e as principais dificuldades em manter essa relação saudável e respeitada.
Ressaltarei, primeiramente, a mudança de conduta da família com o passar do tempo, tanto os genitores quanto a prole tem permutado sua forma de ver as relações sociais; o que antes era normal os pais definirem a conduta dos filhos diante da sociedade, como escolher a profissão, as amizades e- muitas vezes- os parceiros, hoje, isso é visto como uma forma arbitrária de educar, principalmente se esses filhos já forem adolescentes ou jovens adultos.
Em pleno o século XXI, o diálogo é o principal instrumento de convivência familiar, impor a vontade dos pais aos filhos consiste em uma reação retrógrada. Claro, o respeito, os limites e as regras devem ser colocados de uma maneira que todos sejam conscientes de que isso serve para o bem da família. É correto afirmar que um dos principais problemas que afligem o seio familiar é a ausência de diálogo, de respeito e, em especial, de compreensão; é visível a preocupação dos pais em querer estarem à pá da vida social dos filhos, no entanto, a escassez de iniciativa faz com que haja uma segregação doméstica.
Convém lembrar que é notório a falta de interesse da família em se interagir, os pais não conseguem conhecer seus filhos a fundo e vice-versa, como conseqüência não entendem, em geral, o porquê que os últimos tiveram certas atitudes. O Brasil vive, hoje, uma democracia e muitos sentem orgulho em pronunciar essa palavra, entretanto, não é pronunciada- geralmente- no seio doméstico, aprender a OUVIR também é imprescindível para o bem-estar social, a compreensão mútua vem em seguida a fim de estabelecer um convívio estável e amoroso entre pais e filhos. Portanto, pais! Ouçam mais e filhos! Se expressem mais.
terça-feira, 3 de agosto de 2010
A "abertura mental" da sociedade
Inicia-se hoje (03/08/2010, Terça-Feira) a 6ª edição da Feira do Livro de Mossoró (RN) que se estenderá até o dia 09/08 (domingo), recebendo escritores e artistas para a realização de palestras e conferências a fim de proporcionar um evento educativo para a população mossoroense. Segundo periódicos da cidade, a freqüência de cidadãos nesse evento tem aumentado anualmente, não só a presença da população, mas também a demanda pelos produtos oferecidos no evento. Esse fato demonstra na prática a afirmação de muitos pesquisadores do país: o número de eleitores e a freqüência da leitura têm se acentuados gradualmente.
O ingresso da leitura na vida dos brasileiros tem mudado a perspectiva do país, mesmo de forma tímida, uma vez que a visão de um indivíduo que faz da leitura um hábito constante é mais consistente do que aquele que torna o conhecimento cultural um fato secundário em sua vida. Em função disso, uma sociedade mais consciente de que o livro pode ser uma ótima companhia proporcionará uma nova realidade para o Brasil. Os níveis de escolaridade, consequentemente, aumentarão junto com o padrão de vida social, visto que- em geral- quando maior o conhecimento maior a capacidade de obter uma vida profissional estável e confortável.
Pode parecer repetitivo, mas é necessário falar que a diferença dos países ricos em relação aos pobres também reside na educação e não só no PIB per capto, os primeiros são marcados por uma sociedade que dá relevância ao hábito de ler, enquanto os últimos são fichados pelo tênue incentivo à educação.
É pelo incentivo ao conhecimento que os mossoroenses têm uma ótima oportunidade de se aproximar da informação nesses dias em que a Feira do Livro estará em vigor, no entanto, o ideal seria perpetuar esse interesse o ano todo, visto que para enriquecer culturalmente não há hora e nem período, se se tornando fato acentuará constantemente as perspectivas dos cidadãos, tornando esses propulsores de um país em crescimento.
O ingresso da leitura na vida dos brasileiros tem mudado a perspectiva do país, mesmo de forma tímida, uma vez que a visão de um indivíduo que faz da leitura um hábito constante é mais consistente do que aquele que torna o conhecimento cultural um fato secundário em sua vida. Em função disso, uma sociedade mais consciente de que o livro pode ser uma ótima companhia proporcionará uma nova realidade para o Brasil. Os níveis de escolaridade, consequentemente, aumentarão junto com o padrão de vida social, visto que- em geral- quando maior o conhecimento maior a capacidade de obter uma vida profissional estável e confortável.
Pode parecer repetitivo, mas é necessário falar que a diferença dos países ricos em relação aos pobres também reside na educação e não só no PIB per capto, os primeiros são marcados por uma sociedade que dá relevância ao hábito de ler, enquanto os últimos são fichados pelo tênue incentivo à educação.
É pelo incentivo ao conhecimento que os mossoroenses têm uma ótima oportunidade de se aproximar da informação nesses dias em que a Feira do Livro estará em vigor, no entanto, o ideal seria perpetuar esse interesse o ano todo, visto que para enriquecer culturalmente não há hora e nem período, se se tornando fato acentuará constantemente as perspectivas dos cidadãos, tornando esses propulsores de um país em crescimento.
terça-feira, 6 de julho de 2010
BELEZA: ATÉ QUANDO?
A relevância que a sociedade atual proporciona ao culto pela boa forma mostra-se assaz demasiada. Homens e mulheres bonitas chamam atenção por onde passam, sendo admirados e requisitados pelos telespectadores, herança herdade dos gregos que mantinham o vigor físico essencial para a qualidade de vida; no entanto, até onde essa beleza é importante para as relações humanas?
É certo que pessoas bonitas se tornam mais interessantes em curto prazo, a maioria- em geral- tem interesse em conhecer e se relacionar com elas quando as vêem pela primeira vez. Entretanto, à medida que o tempo transcorre, a beleza acaba perdendo o brilho dando lugar para outros quesitos que são, verdadeiramente, importantes para manter uma relação interpessoal. O carisma, a simpatia, a capacidade de tecer sobre assuntos do cotidiano, como política, economia, estudos enfim, são quesitos exigidos após a admiração pelo físico.
Não só nas relações entre pessoas, mas também no mercado de trabalho essa realidade é verificada, a boa aparência é julgada em primeira instância, depois vem a capacidade profissional do candidato a vaga de emprego. Vale, ainda, salientar que uma pessoa inteligente e bonita quase sempre tem êxito no mercado, não obstante a beleza tem prazo de validade e o que realmente se torna relevante é a excelência do trabalho.
Isso mostra que a sociedade hodierna, embora venha cultuando bastante a beleza física, não a torna unicamente importante, é preciso complementos que mantenham a admiração e o respeito dos terceiros, “derrubando”, gradualmente, a hipocrisia impregnada na essência humana e dando relevância ao caráter e à conduta moral das pessoas.
Assim como dizia William Shakespeare: Ó beleza! Onde está tua verdade?
É certo que pessoas bonitas se tornam mais interessantes em curto prazo, a maioria- em geral- tem interesse em conhecer e se relacionar com elas quando as vêem pela primeira vez. Entretanto, à medida que o tempo transcorre, a beleza acaba perdendo o brilho dando lugar para outros quesitos que são, verdadeiramente, importantes para manter uma relação interpessoal. O carisma, a simpatia, a capacidade de tecer sobre assuntos do cotidiano, como política, economia, estudos enfim, são quesitos exigidos após a admiração pelo físico.
Não só nas relações entre pessoas, mas também no mercado de trabalho essa realidade é verificada, a boa aparência é julgada em primeira instância, depois vem a capacidade profissional do candidato a vaga de emprego. Vale, ainda, salientar que uma pessoa inteligente e bonita quase sempre tem êxito no mercado, não obstante a beleza tem prazo de validade e o que realmente se torna relevante é a excelência do trabalho.
Isso mostra que a sociedade hodierna, embora venha cultuando bastante a beleza física, não a torna unicamente importante, é preciso complementos que mantenham a admiração e o respeito dos terceiros, “derrubando”, gradualmente, a hipocrisia impregnada na essência humana e dando relevância ao caráter e à conduta moral das pessoas.
Assim como dizia William Shakespeare: Ó beleza! Onde está tua verdade?
terça-feira, 15 de junho de 2010
Um mundo mais consciente
A consciência de que um meio ambiente saudável significa presar pela qualidade de vida da sociedade vem se tornando mais freqüente entre a população mundial. Exemplo disso é a iniciativa de alguns jovens universitários que projetaram uma casa ecologicamente correta, segundo a Revista Época, esse projeto não irá ficar apenas no papel, uma vez que a construção da residência está sendo prevista pelos próprios estudantes. Esse ato foi protagonizado por alunos de universidades públicas do sul e sudeste do Brasil.
Uma juventude consciente é o que se vê em iniciativas como essa, demonstrando que a nova geração de profissionais vem a cada dia se qualificando para atender às futuras exigências do mercado, que tende a ficar mais rigorosa em relação ao bem-estar ambiental e social.
Países europeus são os principais ativistas que visam ao investimento em energias renováveis. Embora a crise de 2008 tenha atingido demasiadamente a economia dessas nações, o incentivo a geração de energia salutar tem sido priorizado. Nas escolas, a educação ambiental também tem sido muito utilizada para introduzir a sustentabilidade nos futuros profissionais do mercado. Empresas preocupadas com o desenvolvimento sustentável vêm se tornando presença no espaço laboral. Essa é a realidade atual, embora muitos avanços ainda estão à espera, a conscientização vem crescendo gradualmente.
O incentivo a sustentabilidade, no Brasil, ainda é tímido; paradoxo lamentável, visto que a nação brasileira é umas das mais ricas em biodiversidade, tanto na fauna quanto na flora, as principais florestas tropicais localizam-se nesse país e os investimentos para sua preservação são escassos e ineficientes. Enquanto os administradores brasileiros, juntamente com os cidadãos, não souberem o verdadeiro valor de suas riquezas, atitudes ignorantes, como desmatamento descontrolado, queimadas e insustentabilidade ambiental iram continuar em vigência no país.
Mesmo que haja, felizmente, atitudes respeitáveis como a dos estudantes brasileiros citados no primeiro parágrafo, é lamentável a inércia do Brasil diante dos crimes ambientais praticados contra sua biodiversidade, mostra que o país tem muito o que aprender com o continente rico.
Uma juventude consciente é o que se vê em iniciativas como essa, demonstrando que a nova geração de profissionais vem a cada dia se qualificando para atender às futuras exigências do mercado, que tende a ficar mais rigorosa em relação ao bem-estar ambiental e social.
Países europeus são os principais ativistas que visam ao investimento em energias renováveis. Embora a crise de 2008 tenha atingido demasiadamente a economia dessas nações, o incentivo a geração de energia salutar tem sido priorizado. Nas escolas, a educação ambiental também tem sido muito utilizada para introduzir a sustentabilidade nos futuros profissionais do mercado. Empresas preocupadas com o desenvolvimento sustentável vêm se tornando presença no espaço laboral. Essa é a realidade atual, embora muitos avanços ainda estão à espera, a conscientização vem crescendo gradualmente.
O incentivo a sustentabilidade, no Brasil, ainda é tímido; paradoxo lamentável, visto que a nação brasileira é umas das mais ricas em biodiversidade, tanto na fauna quanto na flora, as principais florestas tropicais localizam-se nesse país e os investimentos para sua preservação são escassos e ineficientes. Enquanto os administradores brasileiros, juntamente com os cidadãos, não souberem o verdadeiro valor de suas riquezas, atitudes ignorantes, como desmatamento descontrolado, queimadas e insustentabilidade ambiental iram continuar em vigência no país.
Mesmo que haja, felizmente, atitudes respeitáveis como a dos estudantes brasileiros citados no primeiro parágrafo, é lamentável a inércia do Brasil diante dos crimes ambientais praticados contra sua biodiversidade, mostra que o país tem muito o que aprender com o continente rico.
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Em busca da Justiça

Em Agosto de 2010, começarei minha tão sonhada faculdade de Direito, estudei e me esforcei três anos da minha vida em busca dessa realização; no entanto, já vejo alguns desgostos que essa área pode proporcionar ao profissional do Direito.
O fazendeiro Regivaldo Galvão, condenado 30 anos pela morte da missionária Dorothy Stang, está recorrendo ao processo em liberdade, mesmo com a confissão dos quatro capangas que participaram do homicídio e mesmo com a tentativa de falsificar provas de sua inocência, esse cidadão permanece em liberdade licitamente. Esse fato demonstra a vigência de falhas nas leis brasileiras, falhas essas que protege com a impunidade tais burladores das leis.
O que será que faltou para que Regivaldo Galvão cumprisse a ordem judiciária? Mais clamor popular? É visível a participação dos cidadãos no resultado do julgamento dos Nardonis, uma vez que o respaldo da mídia e a voz da população tornaram-se um peso para a condenação. O ideal seria que a justiça – finalidade essencial do Direito- fosse aplicada a todos sem distinção e que as brechas deixadas na legislação fossem preenchidas de forma consciente.
Casos como o de Regivaldo Galvão repetem-se diariamente sem o conhecimento popular; entretanto, a busca pela justiça tem que ser permanente, ausentando o conformismo e colocando em prática a busca pelos direitos do cidadão. Segundo Rudolf Von Ihering, “cada qual é um lutador nato pelo direito”, ou seja, cada cidadão tem o dever de lutar bravamente pelo cumprimento da lei, não deixando que fatos decepcionantes como esse prevaleça na sociedade. É por isso que a faculdade de Direito “vale a pena”, para que eu possa, com a permissão jurídica, lutar pela prevalência do direito e pela moral da sociedade que resido. É em busca da justiça que vou iniciar minha militância nos bancos universitários.
sexta-feira, 11 de junho de 2010
SERÁ QUE A FICHA ESTÁ CAINDO?
Segundo pesquisa feita pelo Ibope, a educação básica está na lista de prioridades para as eleições de 2010, a preocupação com esse estágio do ensino tem aumentado entre os cidadãos brasileiros. Diante disso será que é correto afirmar que os brasileiros estão, realmente, conscientizando-se de que o ensino básico é tão importante quanto o ensino superior, tendo que ser investido e capacitado tanto quanto este?
É fato que o governo atual tem se mostrado muito atencioso com a educação técnica- mediante a abertura de muitas escolas dessa área- e superior, devido a projetos que integram jovens em faculdades particulares (PROUNE), porém, é correto, que o ensino básico tem sido esquecido pelos administradores. Estruturas decadentes, professores incapacitados e mal remunerados, juntamente com o desinteresse dos discentes são consequências do descaso com esse setor, realidade infligida- em geral- pelo uso incorreto de verbas destinadas para a área.
A sociedade precisa entender que um ensino básico deficiente acarreta dificuldades nas outras etapas escolares, uma vez que uma é complemento da outra, são etapas interdependentes. Foi dando essa atenção a escola básica que os Estados Unidos, Japão e países europeus conseguiram ascender sua sociedade, já o Brasil está atrasado em relação a isso, sendo um dos fatores que distingui essas nações.
A maioria dos países que apresentam uma economia estável e consistente teve como base principal o investimento na educação, não priorizando os estágios, como o Brasil fez, mas distribuindo- equitativamente- o capital. Portanto, com essa conscientização, o país tende a ascender gradualmente sua atividade econômica, sendo os cidadãos brasileiros peça chave para que essa prioridade se torne um fato na vida da população.
É fato que o governo atual tem se mostrado muito atencioso com a educação técnica- mediante a abertura de muitas escolas dessa área- e superior, devido a projetos que integram jovens em faculdades particulares (PROUNE), porém, é correto, que o ensino básico tem sido esquecido pelos administradores. Estruturas decadentes, professores incapacitados e mal remunerados, juntamente com o desinteresse dos discentes são consequências do descaso com esse setor, realidade infligida- em geral- pelo uso incorreto de verbas destinadas para a área.
A sociedade precisa entender que um ensino básico deficiente acarreta dificuldades nas outras etapas escolares, uma vez que uma é complemento da outra, são etapas interdependentes. Foi dando essa atenção a escola básica que os Estados Unidos, Japão e países europeus conseguiram ascender sua sociedade, já o Brasil está atrasado em relação a isso, sendo um dos fatores que distingui essas nações.
A maioria dos países que apresentam uma economia estável e consistente teve como base principal o investimento na educação, não priorizando os estágios, como o Brasil fez, mas distribuindo- equitativamente- o capital. Portanto, com essa conscientização, o país tende a ascender gradualmente sua atividade econômica, sendo os cidadãos brasileiros peça chave para que essa prioridade se torne um fato na vida da população.
Assinar:
Postagens (Atom)